IMG_0119_edited.jpg

Esteatose Hepática

Esteatose Hepática uma doença silenciosa!!!

A esteatose é o acúmulo de gordura no fígado e uma das principais causas de doenças hepáticas crônicas em todo o mundo. Cerca de 70% dos casos referem-se à doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) e o restante é consequência do abuso de álcool.

Estima-se que 20% a 40% da população geral sofra com o problema da DHGNA, sendo que o percentual é mais alto se considerarmos populações específicas, como a de obesos, diabéticos ou indivíduos com síndrome metabólica (quadro que envolve dislipidemia, resistência à insulina e obesidade abdominal).

Várias são as causas de esteatose, entre elas a má alimentação, sedentarismo, sobrepeso, obesidade, diabetes, colesterol e triglicérides alto, e perda ou ganho muito rápido de peso. Porém, também pode ser causada pelo uso de certos medicamentos (hormônios e corticoides, entre outros), ou por inflamações crônicas associadas, por exemplo, à hepatite C ou outras doenças hepáticas.

A esteatose apresenta alterações que variam desde um simples acúmulo de gordura até processos de inflamação e fibrose, podendo evoluir para cirrose e carcinoma hepatocelular.

O diagnóstico precoce, as mudanças de hábitos como uma alimentação saudável e atividade física são as principais armas para a prevenção, mas existe tratamento para Esteatose Hepática.

Exame Avançado Para Diagnóstico

Ultrassonografia Elastografia hepática (Sonoelastografia)

 

A doença hepática crônica tem múltiplas causas, muitas das quais estão aumentando em prevalência. A via final comum da doença hepática crônica é a destruição do tecido e a tentativa de regeneração, uma via que desencadeia a fibrose e eventual cirrose. 

 

A avaliação da fibrose é importante não apenas para o diagnóstico, mas também para o manejo, a avaliação prognóstica e o acompanhamento de pacientes com doença hepática crônica. Embora a biópsia do fígado tenha sido tradicionalmente considerada o padrão de referência para avaliação da fibrose hepática, as técnicas não invasivas são o foco emergente neste campo. 

A elastografia hepática é um método de imagem não invasivo e indolor que permite avaliar o grau de fibrose do fígado e está ganhando popularidade como a modalidade de escolha para quantificar a fibrose hepática. Além disso, a elastografia é útil no acompanhamento da fibrose previamente diagnosticada, na avaliação da resposta ao tratamento, e na avaliação de pacientes com hipertensão portal e na estratificação de risco para desenvolver as complicações como a cirrose e carcinoma hepatocelular.